DIA 29 O JEJUM QUE AGRADA A DEUS 2'

OI AMADOS FIQUEI TÃO FELIZ QUANDO VI ESTA POSTAGEM DA ANA...
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"Olá queridos irmãos do BLOG,
Estamos quase chegando ao final do nosso propósito de consagração, nosso jejum de 40 dias até a páscoa, o final de nosso Congresso de Louvor e Adoração!
Sinto muito por não ter conseguido escrever mais, como eu havia planejado. Mas creio que o Pai tem sustentado cada um de vocês que está conosco nesta consagração.
Se eu pudesse registrar aqui as minhas experiências com o Senhor nesses últimos dias, meus escritos se tornariam grandes demais, quase um livro!
Por isso, decidi escolher uma, e conectá-la a um texto das Escrituras que nos encoraja a meditar sobre o que é um jejum relevante aos olhos do nosso Deus.
“Seria esse o jejum que eu escolhi? O dia em que o homem aflija a sua alma? Consiste porventura, em inclinar o homem a cabeça como junco e em estender debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isso jejum e dia aceitável ao Senhor? Acaso não é este o jejum que escolhi? Que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? E que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?” Isa 58:5,6
Se estamos jejuando, precisamos nos lembrar destas palavras do profeta Isaías, que nos alerta para que nosso jejum não seja simplesmente um ato religioso esvaziado de sentido diante de Deus.
Por estas palavras entendemos que, o sacrifício que agrada a Deus é acompanhado de amor ao próximo, de atos de misericórdia, de compaixão. Ao deixarmos de comer nossas delícias, precisamos aprender a ser menos egoístas, mais generosos, mais compassivos, mais misericordiosos.
Precisamos dominar nossos próprios desejos e paixões e nos colocar à disposição do Espírito Santo, que nos guiará a uma entrega da nossa vida também pela vida do outro.
Nesses dias aconteceu uma das viagens mais marcantes que já fiz em minha vida. Fomos ministrar em Nova Friburgo, região que sofreu muito com a perda de vidas, de estruturas, nos desabamentos no último mês de Janeiro.
Ao chegar ali, as cenas que vi pessoalmente não se comparavam `as que acompanhei na mídia. Apesar de a cidade estar linda, limpa, e ver o povo lutando e se dedicando na reconstrução, ainda há muito o que fazer para reconstruir Friburgo. Foi terrível ver tantas montanhas que vieram abaixo. Ver a terra que desceu e “engoliu” bairros inteiros, casas ainda soterradas, ruas destruídas. Tive o privilégio de sobrevoar a cidade de helicóptero, e pude ver as centenas de montanhas que desabaram. Foram contados 700 deslizamentos com perdas de vidas ou danos materiais. Incontáveis eram os deslizamentos em áreas não habitadas.
Conversando com gente que perdeu tudo, familiares, amigos, meu coração doía. Ouvi histórias chocantes… Mas, o que eu não imaginava era o tanto de testemunhos de livramentos que escutei! Muita, mas muita gente mesmo, foi salva da morte naquela triste madrugada e dias que se seguiram! Não temos todas as respostas, mas, mais do que antes, eu posso afirmar que Deus estava ali e Seus santos Anjos estavam lutando no resgate e livramento de muitas pessoas.
Por exemplo, houve uma queda de enormes pedras, um rio de lama, que chegou a danificar parte do hospital da cidade e ceifou a vida de um enfermeiro. Mas, ao reparar em como as pedras pararam, percebemos o milagre das mãos de Deus. O prédio inteiro teria sido destruído, mas algo parou as gigantescas pedras e desviou o curso do rio de lama que desceu pela encosta da montanha. E a família que ia passar aqueles dias em Friburgo, mas uma série de imprevistos impediu que isso acontecesse? Aprendi mais uma vez que não devo reclamar quando algo inesperado muda meus planos, meu trajeto. Deus pode estar me livrando ali na esquina, enquanto estou presa no trânsito. Ou pode estar me livrando quando perco o ônibus, ou atrasam para me atender, etc…
Acima de tudo, aprendi que preciso estar pronta. Pronta para o dia em que o Senhor me chamar para Si. Como diz meu pai, “a morte é coisa mais certa da vida. Mas a coisa mais incerta é o dia em que ela vem”. Não somos melhores nem piores do que os que partiram. Não podemos achar explicações. Só podemos estar prontos, diante de Deus e dos nossos relacionamentos, vivendo intensamente em amor, a cada dia de vida que o Senhor nos dá.
Nesse tempo de jejum tive esta e outras oportunidades de demonstrar a compaixão do Senhor. Pude ministrar sobre os que sofrem, abraçar, doar-me (este evento foi totalmente sacrificial para nós, para o BOPE, e para todos os que, voluntariamente, se doaram para que ele acontecesse). Acredito que, mais do que o que tenho comido ou deixado de comer, estas atitudes de compaixão, unidas ao jejum, alegraram o coração do Senhor.
Que nossa busca por Deus, por meio do jejum, da oração, da leitura da Bíblia, de retiros espirituais, ou de qualquer outra prática religiosa, seja permeada com o que realmente agrada ao Pai: o ministrarmos ao coração ferido e oprimido.
PS- Estou orando e crendo que o Pai abrirá alguma porta para que eu possa ministrar pessoalmente às famílias e sobreviventes da tragédia na Escola do Realengo no RJ… meu coração chora… Se você puder fazer algo para abençoá-los, faça… jejue, e aja em compaixão!"

BEIJÃO
CINTIA SANT' ANNA

Cia Casa de Davi

A arte a serviço do Reino. 

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